Brazilian Fibres 100% Natural

Unindo produtores e consumidores de fibras naturais

Sindifibras - Natural Fibres Industries Association Brasil ApexBrasil - Agências Brasileiras de Promoção de Exportações e Investimentos

O Sindifibras


O Sindicato das Indústrias de Fibras Vegetais no Estado da Bahia (Sindifibras) congrega as empresas baianas nas áreas de fibras naturais, principalmente sisal, algodão e coco. Autorizado a funcionar pelo Ministério do Trabalho em agosto de 1977, por iniciativa do empresário Adalberto de Souza Coelho, o Sindifibras teve como seu primeiro presidente o empresário Wilson Andrade.

Ao longo desses 27 anos, o Sindifibras tem atuado ativamente no interesse dos empresários do setor, no âmbito nacional e internacional. Nas relações com os trabalhadores, cabe ao Sinfidibras a negociação e contratação das condições econômicas e sociais das convenções trabalhistas, que são assinadas todos os anos com o sindicado dos trabalhadores do setor – o Sinditêxtil. Nessa área, a cada ano, novas vantagens são acrescentadas incluindo itens de assistência médica, educacional e econômica.

Junto aos empresários da categoria, o Sindifibras oferece apoio jurídico e negocial para questões surgidas entre os associados e nas relações com os setores fiscais dos governos municipais, estaduais e da União. Vale destacar os vários estudos e proposições para aperfeiçoamento dos regimes fiscais, dos pedidos de incentivos e mesmo de ações judiciais patrocinadas pelo Sindifibras na defesa dos seus associados.
Além das ações do dia-a-dia, o Sindifibras promove desde 1995 seminários anuais para discutir as condições presentes e as tendências futuras das fibras naturais. Do seminário realizado em 2005 surgiu o protocolo para a recuperação da lavoura sisaleira, assinado com o governo do Estado e outras oito instituições que atuam no setor. A partir deste protocolo, outros foram firmados assegurando que providências e investimentos venham sendo feitos para o crescimento da economia sisaleira.

No âmbito internacional, o Sindifibras também exerce papel fundamental. Seus dirigentes têm participado das principais reuniões de instituições como a FAO (Food and Agriculture Organizations da ONU), CFC (Commum Fund for Commodities) e Unido (Unites States Industrial Development of United Nations). Nesses encontros, são levadas as posições do Brasil em certames que analisam, sugerem e investem no desenvolvimento de políticas públicas no setor de fibras naturais.

Também junto aos países produtores e consumidores, a presença do Sindifibras é constante. Nos últimos anos, compareceu e apresentou a sua contribuição em várias reuniões sobre as fibras naturais, principalmente sobre o sisal, no México, Índia, Filipinas, Tanzânia, Quênia, Inglaterra, Itália e Holanda.
Em junho de 2003, o Sindifibras realizou um seminário nacional, com a presença de 32 entidades governamentais e privadas nacionais e dos três Estados produtores – Bahia, Paraíba e Rio Grande do Norte. Foram definidos programas de desenvolvimento da cadeia produtiva do sisal, que estão em andamento, gerando soluções há muito demandas.

Vale destacar também a reunião, realizada em julho de 2003, do grupo intergovernamental de fibras duras da FAO. O grupo é composto por 52 países produtores e consumidores de fibras naturais, notadamente o sisal. Realizado com apoio e patrocínio dos governos federal e da Bahia, o Sindifibras recebeu em Salvador, durante uma semana, representantes dos diversos países concorrentes e consumidores, além de representantes de diversas organizações internacionais que atuam ou se interessam pelo setor.

Em junho de 2005, novo seminário nacional foi realizado, denominado Fibratec, quando os projetos e ações em desenvolvimento foram revistos, reordenados e renegociados com o objetivo de permitir uma completa integração entre as diversas entidades envolvidas, federais e estaduais, para e eliminar duplicidade de ações e maximizar esforços e recursos.

Graças ao trabalho do Sindifibras nesses anos, com o apoio constante das entidades estaduais da Paraíba, Rio Grande do Norte e Bahia, das instituições federais e, sobretudo, com a colaboração dos produtores, beneficiadores e industrias, a cadeia produtiva está organizada, conhece suas reais possibilidades e necessidades, podendo determinar os caminhos a seguir.

Hoje vários projetos de grande impacto estão em desenvolvimento, entre os quais:
- Programa Nossa Fibra, da EBDA e SEAGRI – promove a recuperação de 35.000 hectaes de plantação, substituição de 600 máquinas de desfibramento, treinamento para 10.000 produtores, instalação de batedeiras comunitárias etc.

- Programa de Termoplásticos, da Fapesb – pesquisa o desenvolvimento de termoplásticos, combinando a fibra de sisal com as resinas sintéticas para substituir a fibra de vidro nas indústrias automobilística, de moveis, de eletrônicos etc.

- Programa de Utilização de Resíduos, da Fapesb – realiza a instalação de unidade de beneficiamento de fibra de sisal integrada, com nova máquina desfibradeira, aproveitando no mesmo local, a mucilagem e o líquido resultantes do processo de desfibramento, visando transformá-lo em adubo, ração animal e produtos químicos.

- Projeto Sebrae-Nacional, com apoio do fundo comum de commodities – utiliza a fibra de sisal na construção civil, principalmente calhas d’água e telhas, para substituir o cimento amianto que vem tendo seu uso proibido em todo o mundo.

- Projeto GTI-Sisal, coordenado pelo Palácio do Planalto, com a participação de vários ministérios e do Sebrae – visa a reorganização da cadeia produtiva do sisal.

Vários outros projetos estão sendo realizados nas universidades e institutos de pesquisa, complementares aos projetos já citados, que também irão apoiar a consolidação da economia do sisal no Brasil e no mundo, permitindo mais qualidade e melhores condições de competitividade nos usos tradicionais e melhores condições tecnológicas nos novos usos, que vem crescendo.

Culminando com as ações acima descritas, temos como coroamento o projeto Sisal–Apex, desenvolvido pelo Sindifibras, com o apoio da Apex-Brasil, que é a agência de promoção das exportações e de investimentos. Esse projeto, iniciado em agosto de 2005, compreende ações de promoção do produto no exterior, notadamente nos Estados Unidos, para a inclusão de novas empresas exportadores e o fortalecimento dos atuais exportadores, com ênfase nas pequenos e médias.

O projeto Apex, de ampla visão social, inclui ações como anúncios em revistas especializadas no exterior, participação em feiras e eventos, missões comerciais, convites a jornalistas especializados, material promocional, portal de vendas do produto, pesquisas de mercado e a produção desse livro promocional do sisal, inédito no seu conteúdo e apresentação, que servirá de importante peça de venda junto aos potenciais clientes de todo o mundo.

Permanecem, portanto, o Sindifibras e seus dirigentes atentos às novas oportunidades pesquisadas para o setor, agindo como parceiros locais e do exterior, na vanguarda das iniciativas que possam trazer melhores resultados para aqueles que vivem e dependem da economia sisaleira.

DIRETORIA
Presidente: Wilson Galvão Andrade
Vice-Presidente: Alfredo Bruzdzensky da Silva
Tesoureiro: Pedro Miguel Silva Oliveira
Diretores Suplentes: Renilda Brito Vieira, André Pedreira de Freitas

CONSELHO FISCAL
Luiz Augusto Sanches Sampaio, Saul Figueiredo de Freitas, Joaquim Luiz de Souza, Samuka Bittencourt, Carla Macedo Santana.

DELEGADOS REPRESENTANTES JUNTO AO CONSELHO DA FIEB
Efetivos: Wilson Galvão Andrade, Adalberto de Souza Coelho
Suplentes: Antônio Florisvaldo Tarzan Carneiro, Alfredo Bruzdzensky da Silva




Parceiros

  • SEBRAE
  • PROMO - Centro Internacional de Negcios da Bahia
  • Fapesb - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia
  • Governo da Bahia - Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação
Rua Edístio Pondé, Ed. Conj. Albano Franco, FIEB - Stiep, CEP: 41.770-395, Salvador - Bahia - Brasil
Tel. +55 71 3343-1255 | +55 71 3241-7499 | info@brazilianfibres.com.br | www.brazilianfibres.com.br

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